Qüestã.

junho 29, 2008

Creio que acabo de ter visto João Dória passando na rua, ainda há pouco. Aí temos:

1. Razões que me fazem acreditar ter sido ele: encontrava-se meticulosamente bem vestido, tinha aquele mesmo sorriso canastra e ostentava um ar de felicidade burguesa.

2. Razões que me fazem acreditar NÃO ter sido ele: dirigia um Chevette.

Anúncios

Guy Fawkes Mania!

maio 12, 2008

Enfim terminado o pesadelo que tem me tirado o sono pelos últimos dois meses.
Dizem os búzios que volto postar com regularidade agora.

Como prova de minha boa vontade em relação ao futuro deste blog, por favor, aceite esta manga:

Guy Falses
– q

Arte feita no ano passado para ilustrar o TCC de uma querida amiga.
Como todo job descompromissado, devo ter tido uns 3 meses para faze-lo, mas comecei-o efetivamente praticamente no dia do deadline. É óbvio que não ficou como eu gostaria, mas supriu suas necessidades de forma satisfatória, parece. Ainda que eu tenha desconstruído, desfigurado, redimensionado e avacalhado com a Praça dos Três Poderes, alguém ficou satisfeito.

Ulisses Guimarães, João Amazonas, Lula, Covas, Maluf, Brizola e Kassab curtindo a vida adoidado em clima de V for Vendetta. Don’t ask.

everybody was kung fu fighting!

março 13, 2008

Frank Sinatra, The Manchurian Candidate, 1962

franks_011.jpg

franks_021.jpg

franks_031.jpg

franks_041.jpg

sinatra_busted.jpg

Beetle ’63

fevereiro 26, 2008

s8.jpgs11.jpgs12.jpgs6.jpg

Teste de modelagem e carpaint shader rendering. Maya 8.5 + mental ray.
63, certamente meu predileto.

E viva aos blueprints!

Babi + Máximo: Animals part 01

janeiro 25, 2008

babi_ursa.jpg

Por que eu pararia?

Super Homem Indiano

dezembro 7, 2007

“oi” 

Questões Importantes

dezembro 6, 2007

tititi.jpg

Ai, ufa.

Capitalismo e Liberdade

dezembro 4, 2007


À propaganda liberal falta só um pouco mais de bom gosto.

Monty Python à portuguesa

novembro 30, 2007

É o que é esse tal de Gato Fedorento; um programa português de sketchs cômicos tão insano e tão genial que é quase impossível conseguir não traçar tal paralelo. Duvidando, eles conseguiram até realizar a façanha de criarem uma versão original e lusitana do Dead Parrot sketch:

“KUNAAAAMII”

A semelhança com a trupe britânica é tão grande que o quadro acima tem até sua própria versão “At the Hollywood Bowlizada”.

Conheci o grupo no ano passado num desses e-mails felizes que recebemos todos os dias pela manhã no trabalho. Era o sketch do “Super De Origem“, o super-herói que é o terror dos adeptos do tunning. Muitas risadas, piadas internas gravitando ao redor dos clientes portugueses da agência por alguma semanas e ficou por isso. Por algum motivo qualquer, por algum preconceito besta em relação ao nome do grupo talvez, não fomos além para saber mais a respeito. Grande besteira.
Justiça tarda mas não falha, e a verdade é: Ricardo Pereira de Araújo é gênio. Foda.

Mais Gato Fedorento: #1#2#3#4#5#6#7#8#9 – #10
Muito bacana observar como certas escolas de humor se desenvolvem em diferentes culturas, principalmente quando a coisa é realmente original a gente sente esse tempero bem presente. Pena que essa turma não seja tão conhecida aqui no Brasil.

E por falar em Brasil, um sketch visto me deixou impressionadíssimo:

Portugueses sabem imitar brasileiros falando!

Parece tão óbvio agora.

Assim Caminha A Humanidade

novembro 28, 2007

– Oi, deixa eu te perguntar uma coisa.
– Mandaí.
– Você tem um daqueles globos de espelho? Sabe, tipo disco?
– Claro, vários. A gente nunca sabe o dia de amanhã, néam?
– Sério
– É sério, minha tia deixou o dela pra mim em testamento no seu leito de morte.
– É sério, porra, você tem?
– Tenho, na minha familia a gente troca globos de discoteca na páscoa ao invés de ovos de chocolate.
– …
– Eu poderia ficar o dia inteiro dando respostas pra essa pergunta.
– É sério, to precisando.
– Pra que?
– Pro meu TCC.

– Ah.

————

O que aconteceu com o “Ei, você tem o livro do Bringhurst?” ou “Você ainda guarda sua régua T?“.
Quando uma pessoa precisa de um GLOBO DE DISCOTECA pra se graduar, seja lá no que for, tem alguma coisa muito errada acontecendo com o sistema de ensino – pra não dizer com a sociedade.

O próprio sentido de “criatividade” foi canibalizado, sua significação diluída em si mesma.

Ou semiótica vira matéria ginasial obrigatória ou prevejo um futuro negro pela frente.

Ou talvez bem colorido, no caso.